segunda-feira, 12 de abril de 2010

é difícil me iludir,

porque não costumo esperar muito de ninguém. Odeio dois beijinhos, aperto de mão, tumulto, calor, gente burra e quem não sabe mentir direito. Não puxo saco de ninguém, detesto que puxem meu saco também. Não faço amizades por conveniência, não sei rir se não estou achando graça, não atendo o telefone se não estou com vontade de conversar.
[ Caio F. Abreu ]

eu gosto de viver

já me senti ferozmente, desesperadamente, agudamente feliz, dilacerada pelo sofrimento.
mas através de tudo ainda sei, com absoluta certeza, que estar viva é sensacional.
[ Agatha Christie ]

fiz tudo certo, (...)

(...) errei quando coloquei sentimento.
[ Clarisse Lispector ]

sexta-feira, 9 de abril de 2010

...

de tantas formas poderia me explicar, mas nenhuma delas seria considerada válida, eu sou uma contradição de sentimentos e pensamentos. não sorrio pra quem eu não gosto, e eu não gosto de quase ninguém. eu gosto do extremo, tudo ou nada. gosto do frio congelante. eu sou a fragilidade que se esconde na força que aparento ter. eu ainda tenho sonhos. não gosto de gente cuja conversa não tem capacidade intelectual. eu gosto de sumir. raramente mudo de opinião. odeio ficar sozinha, apesar de me sentir assim a maioria do tempo. eu fiz o que deu, e não me arrependo do jeito com que as coisas aconteceram. eu cheguei no fundo do poço, pra poder valorizar qualquer lugar acima disso. eu não sei não ser eu mesma, e não tenho tempo pra fazer social. e siim, tenho orgulho, preguiça, ira, inveja, avareza, luxúria e gula.

sábado, 3 de abril de 2010

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me descrever agora, parece ridículo; não sou igual fui a um segundo e nunca mais serei a mesma. sou uma mudança constante, uma metamorfose ambulante, como já dizia o mestre.

eles (...)

(...) ficam dizendo o tempo todo que se deve fazer o que é certo. mas agora eu vejo, que não interessa, ninguem se importa se você esta fazendo o certo ou não, ninguem se importa se o que você está fazendo é o seu melhor. você nunca será bom o suficiente para essas pessoas cujos olhos julgam todo o tempo.