terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

é inútil fazer a nossa beleza. [...]

Ela é uma descoberta do nosso proximo. Aqui está, por exemplo, uma flor. Não fez nada para que eu a achasse bela. Fui eu que senti a combinação do seu silêncio com o esmaecimento do seu vermelho. Fui eu que descobri elegância na inclinação do seu caule para a direita.
[ antônio maria ]

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